Mais do que guiar as pessoas pela cidade que escolhi pra chamar de lar, gosto de pensar que estou ajudando a realizar sonhos!
Fazer passeios guiados é diferente de ser guia de turismo
Em primeiro lugar, não preciso de uma licensa e só posso levar grupos pequenos (até 10 pessoas) e privados – sou profissional autônoma registrada e pago meus impostos.
Quando pego os clientes no hotel ou encontro na estação de trem (no caso do bate e volta de Paris), tenho em mente não só mostrar os pontos turísticos e contar histórias e curiosidades sobre uma das cidades mais visitadas do mundo, mas tentar satisfazer os desejos e sonhos deles.
Quero que eles sintam que estão passeando com uma amiga que mora em Londres!
Não tenho roteiros prontos pois a rota a seguir depende de vários fatores: se é a primeira vez na cidade, o local da acomodação, eventos que estejam acontecendo, previsão do tempo, e, mais importante, os principais interesses dos clientes .
Faço questão de chamar de passeios e não de “tours “ pois é isso que quero fazer! Mostrar Londres pra você enquanto passeamos, sem pressa, sem estresse!
Cada cliente é um desafio novo e, graças a Deus, até hoje, tive muita sorte de mostrar Londres para pessoas muito queridas (veja acima os meus clientes de 2017 até a publicação deste post)!
Mas o meu maior desafio foi mostrar que Londres é ACESSÍVEL!

Quando o pai da Luiza me procurou dizendo que precisava de uma guia em Londres e que sua filha tinha problema de mobilidade, eu sugeri contratar um motorista.
Mas ele tinha ouvido falar que o transporte público na capital britânica era muito bom e fazia questão de percorrer a cidade a pé para poder apreciar melhor – ele comprou uma cadeira de rodas para a viagem pois no andador seria mais complicado.
Disse pra mim que era um sonho da filha e me pediu que aceitasse esse desafio junto com ele! Quando li essa mensagem, estava em um café com outros clientes, na beira do rio Tâmisa, e vi uma família passando com uma adolescente cadeirante.
Era um bom sinal!
Aceitei o desafio!
Fiz algumas pesquisas e, apesar de todos os ônibus terem rampa para o acesso de cadeirantes, somente cerca de ¼ das estações de metrô têm atendimento adequado para pessoas com deficiência e restrição de mobilidade.
Clique no vídeo abaixo para ver a Luiza saindo do ônibus pela rampa de acesso.

O problema é que o metrô de Londres é muito antigo (mais de 150 anos) e nem todos os prédios têm estrutura para um elevador.
Mas as conexões são fáceis de fazer e não impede que ninguém use transporte público, a melhor maneira de se locomover na capital britânica.

Um outro problema foi a localização do hotel onde eles se hospedaram, nas proximidades do aeroporto de Heathrow.
Apesar de ter ponto de ônibus perto que nos leva até uma estação de metrô com acesso para cadeirante, a viagem até o centro dura mais de 1 hora e você perde um tempo precioso de passeio, ainda mais quando tem poucos dias na cidade!
DICA – se hopsedar perto do aeroporto só é válido se você vai pernoitar e pegar um vôo no dia seguinte de manhã cedo.
Realizando sonhos
Eu estava cansada pois havia feito passeios com outros clientes 4 dias seguidos e, apesar de amar meu trabalho, é fisicamente exaustivo pois caminhamos entre 10 e 20 quilômetros por dia!
Mas passei por cima de todos os obstáculos e foi uma experiência linda pra mim e pra Luiza!
Descobri, após 30 anos mostrando a realidade através dos vídeos que editava para o jornalismo de televisão, que é muito mais gratificante ajudar a realizar sonhos!
Dá um play no vídeo acima para ver a gente se divertindo em um dos balanços da “ONE, TWO, THREE, SWING!”, do Superflex, na Tate Modern.
Essa instalação fica até o dia 2 de abril de 2018.
Vem passear comigo em Londres!
Passeios guiados privados e personalizados com apoio local de uma guia brasileira que mora em Londres há mais de 20 anos!
Mande e-mail para info@londrespravoce.com ou clique em Contato para maiores informações e orçamento,
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